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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Morcego F.C. voando alto no futebol campograndense

A torcida já sabia e veio em peso. Todos concordavam que estavam na final as duas melhores equipes da competição sub 20. Todos afirmavam que das duas daria o Morcego. E assim tivemos o campeonato mais óbvio de todos os tempos. Mas não menos bonito.

Apesar das partidas que decidem títulos terem futebol truncado, foi possível ver muitas jogadas bonitas. De difícil apenas a missão de escolher o melhor da partida que ficou dividido entre 3 morceguenses: Chico, Tininha e Igor. Tininha é veloz e criativo. Igor deu passes de gênio e Chico fez 2 gols. Daí, o melhor ficou para o goleador.

O elenco do Morcego é completo. No forte sistema defensivo destacam-se Tilo (autor de 1 gol), James (melhor goleiro do campeonato), Igor e Jackson (na foto abaixo). O meio de campo tem Tininha e Chico. No ataque, Breno.

Se o futebol é ingrato, não foi desta vez. Ganhou o melhor em todos os momentos da partida. Ganhou uma comunidade tradicional em disputar títulos. Ganharam os BATMAN de Toinho do Morcego, Rolember, Tur e cia. Finalmente, podemos que ganhou a prática saudável do esporte.

Parabéns Morcego e mais uma vez nosso agradecimento a todos e todas que colaboraram com esta magnífica competição nos quais saúdo nos nomes de Zé Estácio, Bibi e Juscelino.

Fonte: Blog Notícias do Sertão

Mesmo confrontado com nomes, Lauro Maia nega envolvimento em propina

Mesmo confrontado com uma planilha contendo nomes de empresas, valores em dinheiro e datas, coletada em seu computador pessoal, o filho da ex-governadora Wilma de Faria, Lauro Maia, negou envolvimento no suposto esquema de pagamento de propinas para a renovação de contratos na Secretaria Estadual de Saúde. O suposto esquema foi investigado na Operação Hígia, em 2008, que culminou com a prisão de Lauro Maia e outras 12 pessoas. Tanto ele como o ex-secretário-adjunto de Esportes, João Henrique Lins, considerado na investigação o arrecadador do esquema, afirmaram ser inocentes de todas as acusações.

O interrogatório de Lauro Maia, apontado como o destinatário final das propinas supostamente pagas, era o mais esperado desde o início da instrução do processo. Apesar de ser apenas o segundo interrogado, o filho da ex-governadora Wilma de Faria chegou cedo ao prédio da Justiça Federal, às 8h40, acompanhado de seu advogado, vestindo um terno de cor bege e munido de uma pasta. Enquanto aguardava a sua vez de responder aos questionamentos do juiz Mário Jambo, Lauro Maia se manteve disperso. Ele e João Henrique Lins, seu amigo de adolescência e suposto comparsa, de acordo com a investigação, sentados lado a lado não trocaram olhares e nem se falaram.

Ao sentar na cadeira dos interrogados, informou a própria renda (de R$ 80 mil a R$ 100 mil por ano) e declarou-se inocente das acusações. Primeiramente, Lauro esclareceu a sua atuação à época dos fatos relatados. Era assessor do deputado federal Rogério Marinho em Natal. Além disso, auxiliava o pai Lavoisier Maia, como uma espécie de assessor político. Lauro Maia era o responsável por fazer articulações com prefeitos e lideranças no interior do Estado. A partir disso, o filho de Wilma de Faria negou qualquer ingerência na Secretaria Estadual de Saúde e outras secretarias do Governo do Estado. "Sempre trabalhei em contato com os prefeitos e lideranças do interior do Estado", disse.

O juiz da 2a. Vara Federal, Mário Jambo, apresentou em seguida um documento apreendido no computador pessoal de Lauro Maia. Trata-se de uma planilha contendo nomes de empresas e datas de pagamento, divididas entre autorizadas e solicitadas. A Emvipol, por exemplo, uma das empresas que estaria envolvida no esquema, consta dessa lista. "Desconheço essa lista", disse, após o juiz reforçar que foi apreendido pela perícia da Polícia Federal no computador do acusado.
Lauro Maia passou então a negar seguidamente todas as acusações imputadas. Sobre as denúncias de Anderson Miguel e Jane Alves, afirmou serem "mentirosas". "Não consigo entender porque me acusam", negou, quando questionado diretamente por Mário Jambo sobre o episódio em que Jane Alves haveria lhe atirado "dinheiro na cara". Sobre possíveis encontros com Mauro Bezerra, Lauro disse ter acontecido apenas uma vez, na residência oficial, onde ele residiu de julho de 2002 a dezembro de 2006. "Havia a possibilidade de um racha no partido (PSB) por divergências com o deputado Rogério Marinho e Mauro Bezerra foi tentar solucionar, por se amigo do deputado", relatou.

A defesa de Lauro Maia centrou seus argumentos na ausência de interceptações telefônicas envolvendo o seu cliente. A PF havia dito sobre isso, segundo a defesa, que Lauro não costumava usar telefones celulares. O acusado respondeu: "Tenho um plano familiar da TIM e uso de 800 a mil minutos todos os meses". Haveria por volta de seis mil minutos nos seis meses de escuta telefônica nos dois números pertencentes a Lauro Maia, de final 2570 e 2670, respectivamente. Até o presente momento, não foi apresentado pelo Ministério Público Federal nenhum áudio com Lauro Maia, embora ele seja citado em várias gravações por terceiros.

domingo, 28 de novembro de 2010

Hoje Grande Final na AABB

A Independência FM 104,9 trasmite o jogo da final ao vivo apartir das 15:30h.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Empresário diz que Wilma conhecia irregularidades

Interrogado durante todo o dia de ontem na Justiça Federal, o empresário Anderson Miguel, um dos réus da Operação Higia, assumiu o papel de um explosivo "homem bomba". Ele declarou que a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) tinha conhecimento de todas as supostas irregularidades que aconteceriam no processo de contratação dos serviços de higienização hospitalar, alvo da investigação. E envolveu diversas pessoas que até então não tinham ligação com o caso, entre eles três ex-secretários (dois estaduais e um municipal), um ex-prefeito, um irmão da ex-governadora e um jornalista. A Operação Higia investiga um suposto esquema de desvio de verba pública e fraude em licitações no Governo do Estado.

Diante do juiz Mário Jambo, o réu afirmou que chegou a pagar R$ 3 milhões em propina para que fossem facilitados os pagamentos do contrato firmado entre sua empresa, A&G Locação de Mão de Obra e a Secretaria Estadual de Saúde, quesegundo ele, atrasavam com frequencia. Segundo Anderson, a destinação final desse dinheiro seria o filho da ex-governadora, Lauro Maia, e o ex-secretário da Casa Civil e de Planejamento e Finanças, Vagner Araújo, um dos homens de confiança da administração de Wilma e candidato a vice-governador na chapa do PSB em 2010.

Durante o interrogatório, o empresário disse que quem ia buscar esses valores em seu escritório para levá-los aos destinatários eram o ex-secretário adjunto de Esporte e Lazer do estado, João Henrique Lins Bahia Neto, o jornalista Diógenes Dantas, o irmão da ex-governadora, Fernando Faria e o ex-prefeito de Macaíba, Luiz Gonzaga. O réu ainda declarou, em seu interrogatório, que o deputado Wober Junior, na época chefe do Gabinete Civil, teria solicitado o repasse de 15% do valor de um contrato de mão de obra para o SAMU, o que representaria cerca de R$ 40 mil.

"Quem veio falar comigo para pedir esse dinheiro foi o advogado Kelps Lima. Eu cheguei a mandar R$ 25 mil, mas Wober não aceitou e mandoudevolver. Foi quando eu me aborreci e parei com isso", disse Anderson, que tinha contrato com o SAMU e com as Farmácias Populares, mas garantiu que só pagou propina no contrato de higienização. Kelps Lima foi secretário de Mobilidade Urbana da Prefeitura de Natal e candidato a deputado este ano.

Interceptações telefônicas

A segundo parte do interrogatório de Anderson Miguel foi iniciada com os questionamentos do MPF. A procuradora Clarisier Azevedo apresentou uma média de dez áudios com interceptações telefônicas mostrando conversas entre o réu e sua ex-esposa, Jane Alves; a procuradora do Estado Rosa Maia da Apresentação; funcionários de sua empresa; e os réus Francisco Alves e Francinildo Rodrigues de Castro. Em uma das conversas, a então esposa fala que está na porta do gabinete de Wilma, tentando uma audiência. "Nós ajudamos a governadora em sua campanha e estávamos querendo que segurasse o lançamento do edital da licitação. Jane pedia lá no gabinete civil e enquanto isso eu ficava na Sesap, tentando coma coordenadoria de administração", disse Anderson.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Natal fica sem interessados em construir estádio da Copa

A Copa do Mundo de 2014 pode ficar sem jogos na cidade de Natal, que havia sido escolhida pela Fifa como uma das 12 sedes brasileiras do evento. Depois de dois adiamentos, ocorreu nesta quarta-feira a abertura dos envelopes com as propostas para construção do complexo Arena das Dunas, estádio a ser erguido na capital potiguar para receber as partidas da competição.

Mas nenhuma empresa apresentou proposta, tornando o processo licitatório deserto.
Embora cinco empresas tenham se inscrito e depositado mais de R$ 4 milhões na conta do Comitê Organizador Local (COL), como garantia de interesse na licitação, nenhuma delas compareceu ontem para se habilitar a construir o novo estádio de Natal.

O secretário especial da Copa no Rio Grande do Norte, Fernando Fernandes, foi cauteloso ao avaliar o fato, mas admitiu que foi uma "desagradável surpresa". Ele disse que irá agora procurar a Fifa e COL para fazer uma "adequação dos prazos" das questões burocráticas.
Com isso, a alternativa do governo é abrir um novo edital, o que deverá ocorrer no prazo de 45 dias. "Natal continua como sede. Temos que sentar e encontrar uma saída. Para tudo na vida tem uma saída e, com certeza, vamos buscá-la", garantiu Fernando Fernandes.

O processo licitatório foi aberto para a construção do estádio nesta quarta-feira após dois adiamentos e um questionamento tanto do Ministério Público Federal quanto do Ministério Público Estadual. Em um documento conjunto, promotores e procuradores do Rio Grande do Norte recomendaram ao governo que retirasse do edital de licitação a cláusula em que obrigava a empresa vencedora a contratar e pagar a Stadia Projetos e Consultoria para realizar o projeto executivo da obra.

O Ministério Público considerou que essa exigência do governo era uma tentativa de burlar a lei das licitações, já que embutia no edital a contratação de uma segunda empresa. A recomendação foi seguida pelo poder Executivo, mas o processo realizado nesta quarta-feira acabou sendo um fracasso.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

PF indicia casal que vazou tema de redação do Enem

Uma professora da rede municipal de Remanso (interior da Bahia) e o seu marido foram indiciados pela Polícia Federal (PF) por vazarem o tema de um texto motivador da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com nota da PF, a professora teve acesso ao tema no dia 7, segundo dia de exame, duas horas antes do início das provas e ligou para o marido para que informasse o assunto ao filho que fez a prova em Petrolina (PE). O pai pesquisou sobre o tema na internet e passou informações ao filho, que por sua vez perguntou aos seus professores sobre o tema. Um dos docentes procurados denunciou o vazamento à polícia.

O casal foi indiciado por violação de sigilo funcional (previsto no Artigo 325 do Código Penal, com pena que pode chegar a 6 anos de reclusão), e o filho teve a prova cancelada.

O crime, no entanto, não anula o Enem. O assunto vazado era de um texto auxiliar de apoio à redação, o tema efetivo da prova era O Trabalho na Construção da Dignidade Humana. A investigação da PF levou 10 dias e por meio de quebra do sigilo telefônico a PF descobriu o crime.

Quadrilha invade casa em Caraúbas, faz arrastão e foge no carro das vítimas

Cinco bandidos invadiram uma residência na praia de Caraúbas, litoral Norte do estado, fizeram um arrastão e fugiram no carro dos donos da casa. A quadrilha era formada por três homens e duas mulheres e agiu por volta da 1h da madrugada desta quarta-feira (24).

O sargento Kleber, da Polícia Militar, conta que os assaltantes chegaram a casa, renderam os proprietários e os trancaram em um quarto. Com as vítimas presas, a quadrilha começou a roubar os pertences que estavam na residência. Levaram a geladeira, um gelagua, forno microondas, fogão, televisor, entre outros aparelhos.

O bando colocou os objetos no veículo das vítimas, uma caminhonete F1000, placas MXY 3588, e fugiu. Mas policiais militares identificaram o carro na estrada de Santa Rita e começaram a persegui-lo.

A perseguição durou até a rua Acaraú, no Panatis, zona Norte de Natal, onde houve uma troca de tiros. Os bandidos saíram da F1000 e fugiram a pé, pulando muros de casas e deixando todo os objetos frutos do assalto para trás. Nenhum dos cinco foi encontrado ou identificado até o momento.

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