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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Com 90 anos teve 17 filhos com a mulher, 15 com a cunhada e até 1 com a sogra. Tá cá peste!

Uma família que foge totalmente dos padrões tradicionais é uma das curiosidades do município de Campo Grande, região Oeste do Rio Grande do Norte. Essa é a história de um viúvo que se casou com uma jovem, com quem teve 17 filhos, simultaneamente manteve um relacionamento com a cunhada com quem também teve 15 filhos, e ainda se relacionou com a sogra com quem teve mais um filho. Uma trajetória, no mínimo exótica, porém, verdadeira e muito particular, podendo até mesmo se inédita no Brasil.
A família Oliveira Silva é formada por Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, (chefe da família), Maria Francisca da Silva, 64 anos (esposa), Ozelita Francisca da Silva, 58 anos, (irmã de Maria Francisca – cunhada de Luiz) e Francisca Maria da Silva, 89 anos, (mãe de Maria Francisca e Ozelita – sogra de Luiz).Os detalhes de como essa família foi formada, foram contados pelos próprios integrantes durante o contato com a equipe de reportagem da GAZETA DO OESTE. No começo da entrevista, após ser informado sobre o que seria o tema da conversa, a primeira frase dita por Luiz Costa foi: “A coisa que Deus fez mais bem feito no mundo foi mulher”. Demonstrando muita descontração e sem qualquer sinal de inibição, Luiz começou a contar a trajetória de vida que inclui um casamento oficial com uma mulher que ele identificou apenas como Francisca, com quem teve 17 filhos e ficou viúvo, e os relacionamentos com as irmãs Silva e a sogra que renderam a ele mais 35 filhos, 100 netos e 30 bisnetos.
Após ficar viúvo, Luiz conheceu Maria Francisca da Silva, que ajudou a criar os filhos da primeira mulher e ainda teve mais 17. Segundo ele, durante o tempo em que viveu com Maria, a irmã dela, Ozelita Francisca, sempre vinha cuidar do resguardo da irmã, ocasião em que acabou mantendo também um relacionamento amoroso com a cunhada que teve mais 15 filhos de Luiz. E para completar essa família mais que diferente, a sogra de Luiz também se relacionou com o genro e dessa relação nasceu mais um filho, somando um total de 50 filhos que Luiz diz ter conhecimento. “Eu posso até te outros filhos por aí e não saber, porque sempre gostei muito de namorar”, ressaltou.


FONTE: Gazeta do Oeste

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Casa da Cultura guarda parte da história de Campo Grande

A Casa da Cultura de Campo Grande é uma referência para a população do município. A entidade se tornou referencial pelo fato da entidade guardar uma parte importante da história da cidade reunindo em um só espaço museu, salas para oficinas, biblioteca e auditório.

Entre os inúmeros atrativos da Casa da Cultura de Campo Grande está o museu, que guarda relíquias importantes da história de seus moradores como, por exemplo, móveis e objetos com mais de um século de existência, guardados e preservados. Entre essas relíquias estão: rádios de pilha ainda dos primeiros modelos em móvel de madeira, máquinas de costura com estrutura de ferro, baús de madeira, guarda-louça do ano de 1920, lampiões, pilão de madeira, instrumentos musicais da primeira banda de música municipal, discos de vinil, entre outros.

Também entre os objetos do museu da Casa da Cultura de Campo Grande estão: uma moringa de cerâmica e uma garruncha (arma de fogo) que foram utilizadas pelo cangaceiro do bando de Lampião, Jesuíno Brilhante. Assim como um pouco da história de Jesuíno, que ficou muito conhecido na região por suas ações junto ao bando do mais temido cangaceiro do Nordeste, Virgulino Ferreira da Silva (Lampião).

Antes de se tornar Casa da Cultura de Campo Grande, funcionava como Espaço Cultural Cleto de Souza fundado, em homenagem ao proprietário da residência. Cleto de Souza foi tabelião, poeta e escritor. A casa Cleto de Souza foi fundada há 15 anos. Foi transformada em Casa da Cultura há sete anos, passando a receber apoio da Fundação José Augusto (FJA). Segundo a agente de cultura e administradora da instituição Neuraci Vieira de Albuquerque, a casa funciona como um grande incentivo à cultura, principalmente para o público infantil e jovem. “Aqui na casa todos os esforços são investidos para levar conhecimento para a população de Campo Grande e estamos conseguindo alcançar este objetivo”, ressaltou.

As atividades desenvolvidas na Casa da Cultura de Campo Grande são o grande atrativo para os públicos infantil e jovem das zonas rural e urbana do município. A cada dia uma opção que conta com o trabalho de monitores voluntários responsáveis por aulas de inglês, informática e oficinas de leitura. Atualmente atende a cerca de 300 pessoas.

A Casa da Cultura de Campo Grande ainda disponibiliza para a população oficinas de reciclagem onde os alunos aprendem a reutilizar produtos que seriam jogados no lixo como garrafas plásticas, retalhos, garrafas de vidro, depósitos de sorvete, etc. Os materiais são reaproveitados de forma artesanal e recebem aplicações de bordados, fuxico (flor artesanal feita com retalhos), biscuit e pintura. Os alunos ainda recebem aulas de ponto cruz sob a instrução da professora Solange Maria dos Santos.

Os cursos mais concorridos oferecidos pela entidade são as aulas de informática e violão. Segundo a agente de cultura Neuraci Vieira de Albuquerque, à medida que os conhecimentos vão se espalhando conseguimos atrair ainda mais interessados. “Este é o verdadeiro objetivo desta casa, atrair os jovens para que eles tenham uma ocupação voltada para o conhecimento e a arte”, acrescentou.






FONTE: GAZETA DO OESTE

PRF realiza operação em Campo Grande e cidades visinhas

No inicio da tarde de sexta feira dia 19 os moradores proprietários de veículos e motos foram surpreendidos pela operação da Policia Rodoviária Federal para apreender motos e carros irregulares em Campo Grande a operação continua em cidades vizinhas durante toda essa semana.


FONTE: CG IMPRENSA

Pesquisa mostra que 90% dos passageiros não utilizam o cinto de segurança traseiro

Apesar de já ser obrigatório de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o uso do cinto de segurança é ignorado pela maioria dos passageiros que andam nos bancos traseiros dos veículos. A constatação é da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, que com base em uma pesquisa comprovou que enquanto 90% das pessoas usam o cinto no banco da frente, o mesmo percentual de pessoas não utiliza o cinto no banco de trás.
A não-utilização do cinto no banco traseiro possibilita um risco enorme de lesão para quem está sem a proteção e também para os ocupantes dos bancos da frente. De acordo com o chefe substituto da Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Mossoró, Iatamir Gurgel, o problema está diretamente relacionado à falta de conscientização da população. "Em casos de acidente, a grande diferença é o cinto de segurança. Falta consciência das pessoas", afirma.
Segundo Iatamir Gurgel, o cinto de segurança do banco de trás não é utilizado com mais frequência em trechos urbanos, onde a fiscalização da PRF não acontece de forma intensificada. "Nesses trechos, como no centro da cidade, por exemplo, as velocidades são menores e as pessoas imaginam que só poderão ocorrer colisões leves, e por isso a utilização do cinto não faz tanta diferença para eles. Alguns só usam o cinto para atender a legislação e não serem multados", explica.
Em trechos rurais das rodovias federais, o uso do cinto é verificado com mais frequência. "Como a velocidade é maior, a tendência é que o equipamento seja utilizado e há também a possibilidade de uma maior fiscalização, o que intimida os motoristas. Somente em trechos das rodovias federais esquecidos é que a infração acontece", destaca.
Segundo Iatamir, muitos condutores afirmam que o uso do cinto no banco de trás pode "atrapalhar" a remoção do passageiro em eventuais acidentes. "Em um veículo incendiado, por exemplo, como se pode deduzir que se o passageiro estivesse sem o cinto, ele poderia sair daquela situação? Não é simples julgar. Nós só vemos benefícios com o uso desse equipamento", alerta.
A partir de simulações, foi verificado que em colisões a 50km/h uma criança de 20 quilos se projeta contra o banco da frente com uma força de 300 quilos. Um adulto de 60 quilos é lançado com um peso de quase uma tonelada. Traumatismo craniano, lesão da coluna vertebral, no tórax e no abdômen estão entre as prováveis consequências de um incidente dessa natureza.
Então, o que pode ser feito para solucionar o problema? Para o chefe substituto da Delegacia da PRF em Mossoró, é preciso que a população se eduque. "A educação é a chave para tudo. Alguns órgãos possuem projetos ligados à educação no trânsito entre crianças, mas é muito pouco. Vai demorar muito até que se tenha uma boa situação nesse sentido", constata Iatamir Gurgel.
Além do fator educacional, a falta de efetivo nas rodovias contribui para que os condutores não respeitem a legislação de trânsito brasileira. "É preciso investir na contratação de novos profissionais, já que o efetivo existente é insuficiente, e não vejo com muito otimismo a solução desse problema", conclui.



FONTE: GAZETA DO OESTE

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Acidente com Vitima fatal na RN 013 saída para Tibau

Amanda Melo Especial para O Câmera Uma colisão grave na rn - 013 culminou com a morte de uma pesssoa na manhã desta quinta-feira. o acidente aconteceu nas proximidades do assentamento jurema, no caminho para a cidade de tibau. Um fiat uno que seguia com destino ao município invadiu a contra-mão e bateu de frente com uma saveiro que vinha no sentido contrário. os dois motoristas ficaram presos nas ferragens. o corpo de bombeiros teve trabalho para retirar as vítimas. O condutor da saveiro, o comerciante "Francisco Gladson Nunes de Oliveira", de 45 anos, ficou gravemente ferido com fraturas nas pernas e nos braços e eestá internado no hospital tarcísio maia. O estado de saúde do mesmo inspira cuidados. O passageiro que o acompanhava, que se identificou apenas como edilson, sofreu uma forte pancada no abdomem, mas passa bem. edilson contou como tudo aconteceu. O motorista do fiat uno, tobias fonseca de freitas, de 27 anos morreu a caminho do hospital. ele era natural da cidade de antônio martins e trabalhava em mossoró em uma empresa de assistência tecnica de equipamentos odontológicos. O trabalho de isolamento do local foi realizado por uma viatura do destacamento de Tibau comandada pelo Sgt Marcio Lobo.

FONTE:
Amanda Melo Especial para O Câmera

MPF/RN acusa 10 por corrupção no Dnit

Um ano e dois meses depois das investigações que culminaram com a prisão da diretoria regional do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), ocorrida em 5 de novembro do ano passado, o Ministério Público Federal do Rio Grande do Norte apresentou denúncia contra 10 pessoas envolvidas no escândalo relacionado a superfaturamento de obras federais no RN. A ação do MPF, denominada "Operação Via Ápia", investigou trechos de obras da BR-101, cujo valor sofreu seis aditivos e aumentou em R$ 40 milhões o investimento inicial anunciado pelo Governo Federal. O escândalo atingiu em cheio o deputado federal João Maia (PR), já que o seu sobrinho Gledson Maia, que era chefe de Engenharia do Dnit/RN, é apontado como autor intelectual da ação fraudulenta no órgão. Pela ação do MPF, as dez pessoas envolvidas são acusadas de formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa e passiva, bem como crime contra a Lei de Licitações. Segundo a assessoria de imprensa do MPF, sete dos dez acusados foram presos e estariam a serviço do Dnit e das empresas Consórcio Constran, Queiroz Galvão e Construcap. Os acusados teriam desviado R$ 2 milhões.
A prisão dos acusados, em novembro do ano passado, foi fruto de uma investigação realizada pela Polícia Federal durante seis meses. Nas investigações, de acordo com a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal, foi apurado que o consórcio formado pelas empresas Constran, Construcap e Queiroz Galvão teria arrendado uma pedreira em Espírito Santo, que pertenceria à empresa Pedreira Potiguar Ltda.. Em interceptações telefônicas, a Polícia Federal constatou que Gledson Maia, então chefe de Engenharia do Dnit no Rio Grande do Norte, estaria utilizando a empresa para o recebimento de propina.

Essa constatação ocorreu no dia 4 de novembro do ano passado, quando a Polícia Federal prendeu Gledson Maia em flagrante no estacionamento de um restaurante na zona sul de Natal, no momento em que Maia recebia R$ 50 mil em propina. No dia 5 de novembro, a PF prendeu o então superintendente do Dnit/RN, Fernando Rocha Silveira (indicado por João Maia para o cargo), e mais quatro pessoas que estariam envolvidas no escândalo.

As suspeitas de que as obras de duplicação de trechos da BR-101 compreendidas entre o município de Arês e a divisa do RN com a Paraíba estariam superfaturadas foram constatadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 2009. Nas investigações, e com busca e apreensão feitas no escritório do Dnit em Natal e nas casas dos servidores do órgão, a Polícia Federal encontrou R$ 258 mil, 10 mil dólares e 900 euros. O material apreendido inclui ainda documentos, processos, computadores e vários outros elementos que poderiam servir de prova.

Na época, o TCU constatou má execução do serviço fiscalização omissa, prorrogação indevida de prazos, falta de responsabilização do consórcio executor pela lentidão da obra, avanço desproporcional das etapas de serviço e liberação de trecho da rodovia sem a licença de operação no lote 2 da BR-101, que possui 35,2 quilômetros de extensão. Os serviços de duplicação, restauração da pista existente, recuperação e alargamento das obras de arte especiais (pontes, viadutos e passarelas) estavam sendo realizados pelo consórcio Constran/Queiroz Galvão/Construcap. O contrato da obra, orçada inicialmente em R$ 172.325.924,18, sofreu seis aditivos e chegou ao valor final de R$ 214.535.909,72, um acréscimo de mais de 40 milhões, ou seja, 24,49%, informa a assessoria de imprensa do MPF.

Dnit-RN constrói ponte duas vezes sobre o rio Curimataú
Além da prisão de Gledson Maia em flagrante, no momento em que estaria recebendo R$ 50 mil em propina, as investigações feitas pela Polícia Federal e Ministério Público Federal apontam que a quadrilha que estaria desviando recursos federais de obras na BR-101 teria construído duas pontes sobre o rio Curimataú, no município potiguar de Canguaretama.
Segundo material jornalístico veiculado pelo jornal Folha de S.Paulo redigido pelos jornalistas Flávio Ferreira e Bernardo Mello Franco no dia 3 de abril último, a primeira estrutura construída teria cedido em maio de 2010. O Dnit teria feito um aditivo contratual para uma nova construção.

Conforme o material divulgado pelo jornal paulista, o Ministério Público Federal teria afirmado que existem provas de que a decisão anunciada pelo Dnit potiguar teria sido em troca de pagamento de propina. Na época, o procurador da República do Rio Grande do Norte, Ronaldo Pinheiro de Queiroz, afirmou: "Há fortes indícios de sobrepreço, má execução e realização diferentes dos contratados."

O inquérito elaborado pela Polícia Federal sobre a construção das duas pontes afirmou que o local onde se fixou a sapata da ponte (estrutura que dá sustentação ao corredor) tinha solo mole e não foi feito o devido aterro.

FONTE: JORNAL DE FATO

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Delegacias param no interior do Estado

Começou ontem a retirada de uma parte dos 79 policiais militares que trabalham improvisadamente em delegacias de Polícia Civil no Rio Grande do Norte. As primeiras mudanças aconteceram em Mossoró e cidades vizinhas, inviabilizando o funciona-mento de praticamente todas as delegacias da região. Em Apodi, o atendimento foi suspenso pela manhã. Em A-reia Branca, 180 processos ficarão parados. Os delegados de Pau dos Ferros e Alexandria já anunciaram que vão "fechar" as portas sem seus militares.

O déficit de agentes e es-crivães de Polícia Civil, esti-mado pelo sindicato da cate-goria em aproximadamente 5 mil no Rio Grande do Norte, forçou a utilização de policiais militares nas delegacias de Polícia Civil. Só em Mossoró e cidades vizinhas, quase 30 policiais militares foram removidos ontem. A ordem do co-mandante-geral da Polícia Mi-litar, coronel Francisco Ara-újo Silva, é que os 79 policiais sejam reintegrados aos seus batalhões. "Co-meçamos pela área de Mossoró, que engloba várias delegacias da região e depois vamos para outras cidades", disse Araújo, prevendo que concluam ainda neste mês.

Um levantamento feito pelo Sindicato dos Policiais Civis e Servidores do Itep (SINPOL) do Rio Grande do Norte, em setembro de 2009, mostra que apenas 22,7% dos municípios potiguares têm policiais civis (muitos com apenas um agente). Das 167 cidades potiguares, 129 delas não têm policiais civis e o trabalho de investigação vinha sendo feito com o apoio de policiais militares, que eram cedidos pelos batalhões às delegacias. Alguns são utilizados como agentes e outros como escrivães. O Governo do Estado anunciou que vai repor essas lacunas, mas não tem policiais civis suficientes no RN.

O delegado Roberto Moura, que responde por Areia Branca, Grossos e Tibau, disse ontem que já começou a tomar providências para evitar ser prejudicado judicialmente. Na DP de Areia Branca, a e-quipe era improvisada com dois policiais militares, dois funcionários da Prefeitura de Areia Branca e três policiais civis. Ele diz que comunicou ao Ministério Público e o Po-der Judiciário que vai atrasar todos os processos que são feitos hoje na sua área. "Como é que eu vou trabalhar sem escrivão? Não tem como se trabalhar sem essa pessoa. Se hoje a PM tirar todo mundo fecha", reclama.

De todas as cidades da re-gião, uma das situações mais graves foi na delegacia de A-podi. A unidade tem somente um escrivão de Polícia Civil. O trabalho investigativo era feito por cinco policiais militares, todos reintegrados ontem à Companhia de Polícia Militar de Apodi. A delegacia fechou as portas pela manhã. Abriu à tarde, mas não teve condições de realizar nenhum procedimento. A unidade tra-balha hoje somente com o registro de ocorrências policiais. Em Mossoró, a Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR) foi uma das mais afetadas, já que perdeu quatro militares.

A Delegacia de Narcóticos, sediada em Mossoró, é outra que foi muito afetada com a decisão. A equipe era formada por um escrivão, dois agentes e quatro policiais militares. Os militares representavam mais de 50% do efetivo da delegacia, que se apresentava como uma das mais atuantes da cidade. Sem os policiais militares, Denys Carvalho, delegado da Narcóticos, adiantou que a quantidade de operações de combate ao tráfico de entorpecentes tende a cair significa-tivamente. Na Divisão de Po-lícia do Oeste, também em Mossoró, o cenário é o mes-mo. PMs eram mais de 50% do efetivo.

SEM REPOSIÇÃO
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) do RN anunciou que fará a reposição dos policiais militares, colocando agentes e escrivães civis. Entretanto, até o fim da tarde de ontem, a reposição ainda não havia acontecido. Para a região de Mossoró, está prevista a chegada de 20 novos policiais. Inicialmente, a Sesed tentou repor de maneira voluntária. Mas ne-nhum policial de Natal se candidatou a mudar para o interior. Diante disto, os policiais serão indicados de acordo com as especificidades da categoria.

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